Principal nome do elenco reestreava com a camisa coral há um ano ao fazer gol da vitória contra o Botafogo pela Série B; Hoje, passa por seca de gols e contestação
Dia 8 de agosto de 2015. Com um Arruda lotado, Grafite reestreia com a camisa do Santa Cruz para começar a cravar seu nome como ídolo tricolor. Contra o Botafogo, marca o gol da vitória de 1 a 0. Ali, no início de sua terceira passagem pelo clube, conquistaria o acesso e ajudaria a recolocar o Santa na Série A após dez anos longe. Hoje, passado um ano, a realidade é inversa: sofrendo com uma seca de gols, vive período de muita contestação.
A gota d'água foi no último domingo, na derrota de 2 a 1 para o São Paulo. Ao errar uma cobrança de pênalti, o camisa 23 foi vaiado por parte da torcida. Grafite está há seis jogos sem marcar e vive o seu segundo maior período de "seca" desde que voltou ao Arruda. O primeiro foi ainda neste ano, quando passou sete jogos entre a Copa do Nordeste e o Campeonato Pernambucano sem balançar as redes. A última vez que ele anotou um tento foi na derrota de 2 a 1 para o Corinthians, na 11ª rodada.
- Temos que ter respeito por ele e é natural que o torcedor mire, até pela perda do pênalti. Eu não iria perder aquele pênalti nunca porque eu não iria bater. Só perde quem bate - disse o técnico Milton Mendes.
Nesta temporada, Grafite é o artilheiro do Santa Cruz com 16 gols em 37 partidas. Ainda é um dos três maiores goleadores da Série A, com oito gols, empatado com Vitor Bueno, do Santos (Gabriel Jesus, do Palmeiras, tem 10, e Diego Souza, do Sport, nove).
Desde que retornou ao Arruda, Grafite disputou 52 partidas e marcou 23 gols. Conquistou o acesso à Série A em 2015 e o Campeonato Pernambucano e a Copa do Nordeste em 2016.
- Grafite é importante para o grupo e um exemplo para todos. Existem momentos que às vezes as coisas não acontecem. Não acho que seja uma crise técnica. Ele está tentando. Os jogadores hoje têm uma marcação severa em cima dele. Ele ainda é um dos três melhores artilheiros do campeonato e continua no topo - finalizou Milton Mendes.
A gota d'água foi no último domingo, na derrota de 2 a 1 para o São Paulo. Ao errar uma cobrança de pênalti, o camisa 23 foi vaiado por parte da torcida. Grafite está há seis jogos sem marcar e vive o seu segundo maior período de "seca" desde que voltou ao Arruda. O primeiro foi ainda neste ano, quando passou sete jogos entre a Copa do Nordeste e o Campeonato Pernambucano sem balançar as redes. A última vez que ele anotou um tento foi na derrota de 2 a 1 para o Corinthians, na 11ª rodada.
- Temos que ter respeito por ele e é natural que o torcedor mire, até pela perda do pênalti. Eu não iria perder aquele pênalti nunca porque eu não iria bater. Só perde quem bate - disse o técnico Milton Mendes.
Nesta temporada, Grafite é o artilheiro do Santa Cruz com 16 gols em 37 partidas. Ainda é um dos três maiores goleadores da Série A, com oito gols, empatado com Vitor Bueno, do Santos (Gabriel Jesus, do Palmeiras, tem 10, e Diego Souza, do Sport, nove).
Desde que retornou ao Arruda, Grafite disputou 52 partidas e marcou 23 gols. Conquistou o acesso à Série A em 2015 e o Campeonato Pernambucano e a Copa do Nordeste em 2016.
- Grafite é importante para o grupo e um exemplo para todos. Existem momentos que às vezes as coisas não acontecem. Não acho que seja uma crise técnica. Ele está tentando. Os jogadores hoje têm uma marcação severa em cima dele. Ele ainda é um dos três melhores artilheiros do campeonato e continua no topo - finalizou Milton Mendes.

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