sábado, 6 de agosto de 2016

Medalha no peito, Felipe Wu mira 50m antes de engrossar o coro da torcida

Com sensação de dever cumprido, atirador vai relaxado às classificatórias da prova
longa, nesta quarta, antes de virar a chave para apoiar o Brasil no handebol e vôlei




O paulista Felipe Wu viajou ao Rio de Janeiro com um objetivo e o cumpriu com louvor. Ganhou a primeira medalha brasileira na Rio 2016, de prata, e colocou o tiro esportivo no centro dos holofotes. Mas, poxa, já que está aqui mesmo...
– A partir de amanhã meu foco é nos 50 metros, que começo a disputar na quarta-feira – diz o especialista nos 10 metros que entra como azarão na prova de pistola de 50 metros, que tem classificatórias marcadas para a manhã da próxima quarta-feira. – Treinei igual para as duas provas, mas sou melhor na prova curta. Como já tive boas notas nos 50, pode dar certo.
As zebras não são assim tão raras no tiro. No mesmo dia em que ficou em segundo lugar nos 10 metros, Jin Jongoh, ouro em Londres, ficou em quinto lugar. Independentemente do resultado no meio de semana, não vai faltar diversão para as próximas duas semanas olímpicas. Felipe é fã de esportes bem diferentes do seu e já até tietou as meninas do handebol na estreia.
– Gosto muito de vôlei, falei com as meninas do handebol hoje (sábado) e vou tentar ingressos para ver vários esportes, quem sabe – finaliza.
O paulista de 24 anos encerrou um jejum brasileiro no tiro esportivo que durava 96 anos. O ouro ficou com Xuan Vinh Hoang, do Vietnã, que ultrapassou Felipe no último tiro, fez 10.7. O bronze foi para Pei Wong, da China.

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