segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Ceni pede e São Paulo segue atrás de Ricardo Oliveira para 2017

Tricolor tenta de todas as formas um 9 de peso; Santos não pretende abrir mão de seu principal atacante


Ricardo Oliveira já passou pelo Tricolor paulista em 2006 e 2010 (Foto: Getty Images)
Ricardo Oliveira já passou pelo Tricolor paulista em 2006 e 2010 (Foto: Getty Images)

A novela entre São Paulo, Santos e Ricardo Oliveira está, aparentemente, longe de acabar. Isso porque o Tricolor quer um camisa 9 de peso para a próxima temporada e vê no centroavante santista o nome ideal. Segundo o Lance!, as primeiras conversas aconteceram no mês passado, quando o Peixe procurou o São Paulo para tentar fechar com Lucão e Michel Bastos e o clube do Morumbi sugeriu uma troca pelo atacante. O negócio, entretanto, não evoluiu, mas, a pedido de Rogério Ceni, as conversas não irão parar.

O setor ofensivo é visto pela diretoria tricolor como o principal problema da equipe. Em 2016, o time perdeu Calleri, Alan Kardec, Rogério e Centurion. Assim, Ceni vê Ricardo Oliveira, com quem já jogou em 2006 e 2010, como o atacante que chegaria para resolver a falta de gols.

O negócio, apesar do forte interesse são-paulino, não será fácil de ser concretizado. Isso porque, além do prejuízo técnico com uma possível saída de seu artilheiro, o presidente santista Modesto Roma teme que a perda de um de seus principais jogadores para um rival dificulte sua reeleição no clube, pois, com isso, sofreria uma pressão muito grande, seja interna ou de torcedores.

Ricardo Oliveira gostou de ter sido lembrado por Rogério, mas ele, assim como seu estafe, não quer influenciar nas negociações. Com isso, o atacante não quer nem forçar uma permanência na Vila Belmiro e nem uma saída ao Morumbi.

Atualmente, para o setor ofensivo, o Tricolor conta apenas com Chávez, emprestado pelo Boca Juniors-ARG, Gilberto e Pedro Bortoluzo. O primeiro é o que vem atuando com mais frequência, tendo marcado oito gols em 23 jogos até aqui. O segundo ainda não agradou a torcida, mesmo tendo marcado o gol da virada são-paulina na última partida da equipe no Brasileirão, diante do Atlético-MG. Já o terceiro subiu da base nessa temporada e ainda é visto como inexperiente para ser o principal nome ofensivo do time.

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