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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Zebras a postos, jogo único e novas regras: rola a bola para Copa do Brasil

Competição que começa hoje tem final em outubro, manutenção do peso maior no gol fora de casa a partir da terceira fase e entrada dos clubes da Libertadores nas oitavas


Conhecida por proporcionar às equipes de menor expressão do futebol brasileiro a oportunidade de derrubar gigantes, a Copa do Brasil dá o pontapé inicial com 80 clubes e uma novidade no regulamento que promete ainda mais emoção. Mantendo o formato do 'mata-mata', a competição chega com a decisão em jogo único nas duas primeiras fases, obrigando equipes tradicionais a definirem a classificação fora de casa.
Corinthians, Sport, Ponte Preta e Vitória serão os primeiros representantes da atual Série A a enfrentarem o desafio. Com melhores posições no ranking nacional de clubes da CBF, começam, por regulamento, na posição de visitantes. Na fase inicial, jogam por um empate para avançar. A equipe de Fábio Carille, por exemplo, vai a Poços de Caldas enfrentar a Caldense, no Ronaldão, às 21h45 (de Brasília), com a pressão de segurar o time mandante para ficar com a vaga. 
troféu taça copa do Brasil (Foto: Editoria de Arte)Quem vai levar a de 2017? (Foto: Editoria de Arte)

PÊNALTIS, GOL QUALIFICADO, DECISÃO ANTECIPADA ...
Além da novidade do jogo único, outra mudança merece destaque para 2017. A competição começa em fevereiro, mas, diferentemente das últimas edições, não termina no fim do ano. A decisão da Copa do Brasil está marcada para o dia 12 de outubro, quase dois meses antes da data da final de 2016, quando o Grêmio ficou com o título após empatar com o Atlético-MG no dia 7 de dezembro. 
Grêmio x Cruzeiro Arena do Grêmio Renato Gaúcho Carol Portaluppi Festa grÊmio (Foto: Wesley Santos/Agência PressDigital)Renato comemorou título da Copa do Brasil 2016, na Arena do Grêmio (Foto: Wesley Santos/Agência PressDigital)
A vantagem de empate dos visitantes só vale para a primeira fase. Na segunda, a igualdade no marcador leva a disputa da vaga para as penalidades. A partir da terceira fase, volta a aparecer o já tradicional critério do peso maior para o gol marcado fora de casa, que só deixa de ser qualificado na final. 
As oitavas marcam a entrada das equipes que disputam a Libertadores da América. Além das cinco equipes classificadas a partir da Copa do Brasil, Palmeiras, Santos, Flamengo, Atlético-MG, Grêmio, Botafogo, Atlético-PR e Chapecoense ingressam na competição. Santa Cruz (campeão da Copa do Nordeste), Paysandu (campeão da Copa Verde) e Atlético-GO (campeão da Série B) completam os 16 clubes. 
Confira o sistema de disputa da Copa do Brasil 2017:
Primeira Fase: 80 clubes - empate classifica o visitante - melhor posição no ranking da CBF.
Segunda Fase: 40 clubes - empate leva decisão para os pênaltis.
Terceira Fase: 20 clubes - dois jogos; empate em saldo e número de gols marcados fora de casa leva decisão para os pênaltis.
Quarta Fase: 10 clubes - dois jogos; empate em saldo e número de gols marcados fora de casa leva decisão para os pênaltis.
Oitavas: 5 clubes (da Quarta Fase) + 8 representantes da Libertadores (Palmeiras, Santos, Flamengo, Atlético-MG, Grêmio, Botafogo, Atlético-PR e Chapecoense) + Campeão da Copa do Nordeste 2016 (Santa Cruz) + Campeão da Copa Verde 2016 (Paysandu) + Campeão da Série B 2016 (Atlético-GO) - dois jogos; empate em saldo e número de gols marcados fora de casa leva decisão para os pênaltis.
Quartas e Semifinais - dois jogos; empate em saldo e número de gols marcados fora de casa leva decisão para os pênaltis.
Final - dois jogos; não existe peso maior no gol fora de casa; empate no saldo leva decisão para os pênaltis.
JOGOS DESTA QUARTA

Rei Pelé - 22h30: CSA x Sport
Douradão - 21h30: Sete de Dourados x River-PI
Resendão - 21h30: Gurupi x Londrina
Colosso dos Tapajós - 21h30: São Francisco-PA x Botafogo-PB
Arena da Floresta - 23h30: Atlético-AC x América-MG
José Gomes - 17h: Murici x Juventude
Lindolfo Monteiro - 21h30: Altos x CRB
Ronaldão - 21h45: Caldense x Corinthians
Aluízio Ferreira - 21h30: Rondoniense x Cuiabá
Amigão - 19h30: Campinense x Ponte Preta
Vila Olímpica - 21h30: São Raimundo-RR x Boa Esporte
Serra do Lago - 19h30: Luziânia x Vitória
Lomanto Júnior - 19h15: Vitória da Conquista x Coritiba
Fonte Luminosa - 20h30: Ferroviária x ASA
Walter Ribeiro - 20h30: São Bento x Paraná
Ubirajara Medeiros - 20h30: PSTC x Ypiranga-RS
Prefeito José Liberatti - 20h30: Audax-SP x América-RN

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Em busca de meia, Ponte analisa Matheus Cassini, ex-Corinthians

Aos 20 anos, ex-promessa do Timão é oferecida aos campineiros; clube italiano 
para o qual ele estava emprestado anuncia saída e aponta Macaca como destino



Matheus Cassini apresentação Palermo (Foto: Divulgação/Palermo)Matheus Cassini surge como opção para reforçar a Ponte no Paulistão (Foto: Divulgação/Palermo)
O meia Matheus Cassini, ex-promessa do Corinthians, foi oferecido à Ponte Preta. Como está à procura de reforços para o setor de criação, a diretoria da Macaca ficou de analisar a situação. Nesta segunda-feira à tarde, o site oficial do Siracusa, clube da terceira divisão para o qual Cassini estava emprestado, anunciou a saída do jogador e apontou a Macaca como destino. 
Do lado da Ponte, a informação que é o caso ainda não está resolvido. Uma definição é esperada até o fim da semana. Aos 20 anos, Cassini tem contrato até 2020 com o Palermo, que o comprou do Corinthians em 2015 por R$ 3,5 milhões. Sem se firmar no time, foi emprestado o Inter Zapresic (Croácia) e Siracusa, onde fez 15 jogos, com um gol. 
Cassini se destacou no título corintiano na Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2015. Na oportunidade, sua saída causou polêmica no clube. O então técnico Tite chegou a pedir sua permanência, mas a diretoria, ciente do desejo do atleta de ir para a Europa, optou por vender em vez de perdê-lo de graça depois. 
Atualmente, a Macaca conta apenas com dois meias de origem no elenco: os também jovens Ravanelli e João Guima. O primeiro busca um espaço entre os titulares, mas o técnico Felipe Moreira, até por falta de opções, tem armado o meio de campo com três volantes. Diante da carência no setor, a Ponte retomou a busca por um armador. 
Matheus Cassini, meia (Foto: Reprodução Site Oficial Siracura)Site oficial do Siracusa anuncia saída de Cassini e aponta Ponte como destino (Foto: Reprodução Site Oficial Siracusa)

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Corinthians atrás de Pottker, agenda reunião com empresário para quinta

Apesar da Ponte Preta não desejar se desfazer do atacante de 23 anos, Timão terá conversa com o empresário Fernando Garcia para tentar compor um negócio



William Pottker; Ponte Preta x Sport (Foto: Estadão Conteúdo)William Pottker tem contrato com a Ponte Preta até 2019 (Foto: Estadão Conteúdo)
Apesar da endurecida da Ponte Preta, o Corinthians ainda não desistiu de contar com William Pottker, atacante da Macaca. 
E, para isso, conta com um trunfo: Fernando Garcia. Ex-conselheiro do Timão, o empresário acredita que a ida ao Parque São Jorge poderia ser benéfica ao atleta que completou 23 anos em dezembro. Em entrevistas recentes, Garcia chegou a dizer que "chegou a hora dele sair".
Desta forma, a diretoria corintiana agendou uma reunião com os empresários da Elenko Sports para quinta-feira, em São Paulo. Na conversa, as partes falarão sobre a exigência da Macaca, que diz só liberá-lo pelo valor da multa: R$ 10 milhões.
Sem dinheiro em caixa para grandes investimentos, o Timão pode tentar compor uma troca. Uma opção é o envolvimento de Lucca, também agenciado por Garcia, no negócio. Isso porque a Ponte é um dos clubes interessados em contar com o jogador nesta temporada.
Ainda em dezembro, a Ponte Preta emitiu uma nota desmentindo qualquer negociação do atleta com com o Corinthians após o técnico Fábio Carille demonstrar, em entrevista, um otimismo grande na contratação do atacante, que tem contrato com o clube de Campinas até o fim de 2019. Na ocasião, o presidente da Macaca , Vanderlei Pereira, garantiu que não foi procurado pelo Corinthians ou qualquer outro time brasileiro. O Botafogo também tenta o acerto.
– Não recebemos propostas nem de Corinthians nem de Botafogo, como se fala por aí. A única proposta que veio foi da China e ela foi recusada. A Ponte conta com Pottker para 2017 e não está negociando o atleta e nem tem interesse de uma saída dele – disse, ainda em dezembro.
A proposta da China que foi recusada pela Ponte foi de € 2,7 milhões (cerca de R$ 9 milhões). William Pottker terminou 2016 bastante valorizado por conta dos 14 gols que marcou na Série A, sendo um dos artilheiros ao lado de Fred (Atlético-MG) e Diego Souza (Sport). 

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Proposta de time japonês acaba com chances de Rhayner seguir na Ponte

Diretoria priorizava a permanência de atacante, que opta pela oportunidade de atuar em um time oriental a partir de janeiro. Ele é a 13ª baixa do elenco para a temporada



Rhayner, atacante Ponte Preta (Foto: Fabio Leoni/ PontePress)Rhayner não vai continuar no Moisés Lucarelli na próxima temporada (Foto: Fabio Leoni/ PontePress)
O desejo da Ponte Preta contar com Rhayner acabou em frustração. O atacante, que tem contrato até este sábado com o clube, vai jogar no futebol japonês em 2017. A proposta financeira, claro, pesou para a escolha do jogador, que passou uma temporada no Moisés Lucarelli e era tratado como prioridade da diretoria alvinegra.
Ele é a 13ª baixa do elenco que atuou no último Campeonato Brasileiro. Antes de Rhayner, saíram também os goleiros César e Matheus, o lateral-esquerdo Reinaldo, os zagueiros Douglas Grolli e Tiago Alves, o volante Maycon, o meia Galhardo e os atacantes Léo Cereja, Felipe Azevedo, Roger, Wellington Paulista e Zé Roberto.
Com passagens por Figueirense, Náutico, Fluminense e Bahia, Rhayner chegou à Macaca após uma temporada pelo Vitória em 2015. No Moisés Lucarelli, o atacante disputou 37 partidas entre Campeonato Paulista, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro. Foram dois gols apenas. O desempenho, no entanto, agradou a diretoria, que gostaria de tê-lo como pilar no próximo ano.
A saída de Rhayner implica na contratação de mais atacantes de beirada de campo, como dito pelo gerente de futebol Gustavo Bueno. Segundo o cartola, a Macaca precisa de cinco ou seis peças para completar o grupo do Paulistão: um lateral-esquerdo, um meio-campista e mais três atacantes, sendo dois de lado e um de referência. Se Antônio Carlos sair, o time vai atrás de outro zagueiro para 2017.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Ponte confirma saída, e Eduardo tem caminho livre para treinar o Palmeiras

Em entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira, ao lado do treinador, diretoria da Macaca confirmou a liberação; ele deve aceitar proposta e substituir Cuca em 2017



Eduardo Baptista, técnico da Ponte Preta (Foto: Carlos Velardi/ EPTV)A caminho do Palmeiras, Eduardo comunica saída imediata da Ponte (Foto: Carlos Velardi/ EPTV)
Eduardo Baptista está com o caminho livre para ser o novo técnico do Palmeiras. Em entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira, no Moisés Lucarelli, a diretoria da Ponte Preta confirmou a saída do treinador, que substituirá o campeão brasileiro Cuca no Verdão em 2017.  
Apesar da liberação concedida pela Macaca, o Palmeiras ainda não anunciou o técnico, o que deve acontecer somente após a última rodada da Série A, já que Cuca ainda dirigirá o time contra o Vitória, em Salvador. Eduardo também evitou revelar seu destino, mas está mesmo a caminho do Palestra, apesar de outras sondagens do futebol brasileiro e também do exterior. 
–  Hoje é um dia não muito alegre para a diretoria da Ponte. Vamos falar do Eduardo Baptista. Por isso que está todo mundo aqui, Eduardo ficou importante (risos). Eduardo me procurou ontem, pedindo desligamento da Ponte, tem algumas situações para definir e preferiu definir já fora da Ponte. O que quero dizer é que Eduardo foi um cara importante – disse o presidente do clube Vanderlei Pereira, que completou: 
–  Com essa equipe de trabalho, Sabia que não teria baderna. Infelizmente vamos perder um membro, que é o Eduardo, mas acho que está indo para uma coisa pelo menos financeiramente melhor. Desejo toda a sorte do mundo para ele. 
Eduardo baptista ponte preta macaca coletiva (Foto: Heitor Esmeriz)Eduardo Baptista, ao lado de dirigentes da Ponte, em sua entrevista de despedida da Macaca (Foto: Heitor Esmeriz)
Eduardo, aliás, já não comandará a Ponte na última rodada do Brasileirão, dia 11, contra o Coritiba. O treinador agradeceu à Ponte pelo período que permaneceu à frente do time em 2016 e disse que fica feliz por alçar voos mais altos na carreira. Com ele, também sai o auxiliar Pedro Gama, seu fiel escudeiro desde os tempos de Sport.

– Fico contente de sair de um clube ouvindo essas palavras. No futebol buscamos títulos e resultados, mas no meu caso, além disso, busca deixar bom exemplo, amigos. Ouvir essas palavras é realmente muito gratificante. Cheguei em abril para fazer um trabalho, acredito que tudo que estava planejado, conseguimos fazer, entre altos e baixos. Feliz por buscar voos maiores, mas triste por deixar uma casa que tenho tanto prazer de estar – falou Eduardo. 
Eduardo me procurou ontem, pedindo desligamento da Ponte, tem algumas situações para definir e preferiu definir já fora da Ponte. O que quero dizer é que Eduardo foi um cara importante"
Vanderlei Pereira,
presidente da Ponte
Pega de surpresa com a saída do seu então comandante, uma vez que as partes tinham contrato até dezembro de 2017, com multa rescisória, a Ponte confirmou que Felipe Moreira, filho de Marco Aurélio Moreira, que já treinou a Macaca, será o técnico na próxima temporada. Ele, aliás, já ficou como interino no comando do time na reta final da temporada passada.
– Sabíamos do risco de perder (o Eduardo), então estou anunciando que Felipe Moreira será o técnico da Ponte em 2017. Foi uma unanimidade entre a diretoria, tem o mesmo perfil do Eduardo, e acreditamos que tem total condição de dar sequência ao trabalho – anunciou o diretor de futebol Hélio Kazuo.
Felipe Moreira Técnico Ponte Preta Macaca (Foto: Jamira Furlani/Avaí FC)
Felipe Moreira já esteve no comando técnico interino da Ponte Preta (Foto: Jamira Furlani/Avaí FC)



















Aposta pessoal de Alexandre Mattos, Eduardo sempre foi um dos principais alvos da diretoria do Palmeiras, depois que Cuca decidiu não permanecer no cargo, e virou o favorito após Roger Machado, plano A do Alviverde, acertar com o Atlético-MG. Diante da forte investida do Palmeiras, ficou inviável da Ponte segurá-lo. A questão financeira e também a chance de dirigir um gigante em um momento especial mexeram com Eduardo. 
– Como disse, tenho algumas situações, o Palmeiras é uma delas, mas não tem nada fechado ainda. Seria egoísmo ouvir propostas e continuar com o trabalho aqui. Não tem nada de concreto. Temos mais situações para estudar e escolher o que será melhor para mim – explicou Eduardo, antes de completar dizendo que o escolhido pelo Verdão terá uma árdua missão de substituir Cuca.
– Já seria difícil para o Cuca, com um elenco montado, torcida apaixonada. O profissional que for escolhido vai ter uma responsabilidade gigante. Para o Cuca já seria um ano difícil.
No Majestoso desde abril, Baptista, filho de Nelsinho Baptista, assumiu a Ponte para a disputa do Brasileirão. Em 43 partidas à frente da equipe, contando Série A do Brasileiro e Copa do Brasil, foram 17 vitórias, 11 empates e 15 derrotas, com 48% de aproveitamento no geral. Com esses números, deixou a Ponte na elite nacional, que era sua principal missão, e parou nas oitavas de final da Copa do Brasil, sem conseguir levar o time a algo além. 
Como disse, tenho algumas situações, o Palmeiras é uma delas, mas não tem nada fechado ainda. Seria egoísmo ouvir propostas e continuar com o trabalho aqui. Não tem nada de concreto. Temos mais situações para estudar e escolher o que será melhor para mim"
Eduardo Baptista
Em conjunto com o departamento de futebol profissional, o treinador participava ativamente do planejamento da Macaca para a próxima temporada, com indicação de jogadores. Ele já teve chance de deixar o Majestoso durante o Brasileirão, quando recebeu consultas do Corinthians e do Grêmio, mas deixou claro que não sairia antes de cumprir os objetivos com a Ponte na elite. Agora com a permanência garantida, o ciclo será encerrado. 
Antes da Ponte, Eduardo trabalhou no Sport, onde iniciou a carreira de treinador, em 2014, e foi campeão da Copa do Nordeste e do Pernambucano, ambos no ano passado, e no Fluminense, de agosto a fevereiro de 2016. 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Palmeiras anunciará nesta sexta a contratação de Eduardo Baptista

Treinador concederá entrevista coletiva para comunicar seu desligamento da Ponte Preta. Ele será o substituto de Cuca, que deixou o clube após o Brasileirão



Eduardo Baptista Ponte Preta Bem, Amigos (Foto: David Abramvezt)Eduardo Baptista deixa a Ponte para dirigir o Palmeiras (Foto: David Abramvezt)
O Palmeiras vai anunciar nesta sexta-feira a contratação do técnico Eduardo Baptista para substituir Cuca, que deixou o clube após a conquista do Campeonato Brasileiro. O novo treinador chegará com o auxiliar Pedro Gama.

A Ponte Preta, atual clube de Baptista, convocou uma coletiva para esta sexta, pela manhã, com a presença do próprio treinador e do presidente do clube, Vanderlei Pereira. A entrevista servirá para anunciar a saída do técnico.    
Baptista estava na Ponte Preta desde abril deste ano. Filho de Nelsinho Baptista, o ex-zagueiro começou a carreira fora de campo como preparador físico antes da primeira chance como treinador, no Sport. Em seguida, comandou o Fluminense.   
No Palmeiras, ele poderá repetir o pai, que trabalhou no clube entre 1992 e 1993, no início da Era Parmalat.   
Na última partida no Campeonato Brasileiro (contra o Vitória, em Salvador, no dia 11), porém, o comandante do Palmeiras ainda deverá ser Cuca, que se colocou à disposição do clube até o final de seu contrato, no dia 31. 

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Torcida faz a diferença, Sport supera a Ponte de Eduardo Baptista e respira contra rebaixamento

Com a vitória na Ilha do Retiro, Leão abre cinco pontos para o Vitória, que abre Z4






Ricardo Fernandes/DP

O Sport encontrou muita dificuldade para sair da marcação da Ponte em um jogo marcado pelo equilíbrio


No reencontro com o ex-técnico Eduardo Baptista, o Sport fez a sua pior apresentação sob o comando do treinador Daniel Paulista. Mas faltando apenas seis rodadas para o término do Campeonato Brasileiro, e com o time ainda lutando contra o rebaixamento, jogar bem fica em segundo plano. Valem os três pontos. Assim, mesmo com muita dificuldade, o Leão conseguiu bater a Ponte Preta por 1 a 0, na Ilha do Retiro com mais de 24 mil torcedores e respirar na briga contra o descenso, abrindo cinco de vantagem para o Vitória, que abre o Z4 e joga nesta sexta-feira, contra o Fluminense, no Rio de Janeiro. 

Agora, o Leão terá dez dias para trabalhar até voltar a entrar em campo, no dia 6, contra o Grêmio, em Porto Alegre. Tempo para Daniel Paulista corrigir as falhas da equipe. Mas com a tranquilidade de estar fora das quatro últimas posições.

O jogo
Conhecedor da forma de atuar do Leão e das características de sete atletas que estavam em campo pelo rubro-negro, Eduardo Baptista armou uma Ponte Preta para jogar “espelhada” com os donos da casa. O que gerou um bloqueio por parte dos rubro-negros, que não conseguiram sair da marcação eficiente imposta pela equipe campineira no primeiro tempo.

Tanto Everton Felipe, pela direita, quanto Rodney Wallace, pela esquerda, tentaram dar opção pelos lados do campo, mas eram quase sempre desarmado por uma marcação dupla. Dificuldade ainda maior quando o Sport tentava sair pelo meio, com um Diego Souza apagado nos primeiros 45 minutos. Nesse cenário, muitas vezes, a transição entre defesa e ataque precisou ser feita pelos volantes Rithely e Paulo Roberto, sem a qualidade necessária. 

Já a Ponte, aos poucos, além de marcar o Sport também começou a se arriscar à frente. E foi melhor no primeiro tempo. Tendo o velocista Rhayner como válvula de escape, os paulistas  desperdiçaram a melhor (das raras) chances de gol na etapa inicial, com Clayson entrando com liberdade dentro da área, mas esbarrando em Magrão.

Com o técnico adversário conhecendo bem o Leão, o time do técnico Daniel Paulista encontrou muita dificuldade para sair da marcação da Ponte Preta e a partida foi equilibrada do início ao fim

Com o técnico adversário conhecendo bem o Leão, o time do técnico Daniel Paulista encontrou muita dificuldade para sair da marcação da Ponte Preta e a partida foi equilibrada do início ao fim

Segundo tempo
Com a má apresentação do time no primeiro tempo, Daniel Paulista retornou para a etapa final com duas alterações para a etapa final. Neto Moura entrou na vaga de Paulo Roberto, enquanto Ruiz substituiu Everton Felipe. A ideia era dar uma maior qualidade no passe, na saída para o ataque, além de mais velocidade pelo lado direito, com Rogério sendo deslocado para a ponta, enquanto o colombiano passou a atuar como último homem à frente.

O cenário, porém, não mudou nos primeiros minutos, com a Ponte ainda bem postada e melhor em campo. No entanto, aos oito minutos, a alteração de Daniel Paulista no ataque funcionou. Com colaboração do time adversário. Após Matheus Ferraz dar um chutão para frente e Diego Souza tocar de cabeça, o zagueiro Fábio Ferreira falhou e deixou a bola livre para Rogério, ganhar em velocidade pela direita, avançar e tocar na saída do goleiro Aranha, colocando o Sport à frente do placar.

O gol serviu para tirar a tranquilidade na forma de jogar da Ponte Preta, que passou a errar mais passes e dar os espaços que não havia dado ao Sport até então no confronto. Com mais liberdade para jogar, os rubro-negros desperdiçaram uma grande chance de ampliar aos 23, com Diego Souza entrando livre e chutando para fora. Com a partida mais equilibrada, bastou ao Leão administrar a vitória. O que fez muito bem. 

Ficha do jogo

Sport 1
Magrão; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Ronaldo Alves e Renê; Rithely, Paulo Roberto (Neto Moura), Everton Felipe (Ruiz), Diego Souza e Rodney Wallace; Rogério (Apodi). Técnico: Daniel Paulista

Ponte Preta 0
Aranha; Nino Paraíba, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Reinaldo; João Vítor, Wendel (Ravanelli) (Zé Roberto), Rhayner (Felipe Azevedo), Maycon e Clayson; William Pottker. Técnico: Eduardo Baptista.

Local: Ilha do Retiro. Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA). Assistentes: Alessandro Rocha de Matos (BA) e Dibert Pedrosa Moises (RJ). Gols: Rogério (8 min do 2º tempo). Cartões amarelos: Reinaldo, Wendel e Rhayner (P), Samuel Xavier, Rodney Wallace (S). Público: 24.324. 











sábado, 22 de outubro de 2016

São Paulo ganha da Ponte e engata segunda vitória seguida

Tricolor fez 2 a 0 no Morumbi neste sábado pelo Brasileirão

 Cueva comemora gol do São Paulo contra a Ponte Preta no Morumbi - Alex Silva/Estadão Conteúdo
Cueva comemora gol do São Paulo contra a Ponte Preta no MorumbiFoto: Alex Silva/Estadão Conteúdo

Com quase 50 mil torcedores no Morumbi, o São Paulo engatou sua segunda vitória seguida no Campeonato Brasileiro, após viver uma má fase com jejum de resultados positivos, e se afastou ainda mais da zona de rebaixamento. A vitória por 2 a 0 sobre a Ponte Preta veio com um time montado com cinco titulares formados nas categorias de base do CT de Cotia e contou com a estrela de David Neres, que marcou seu primeiro gol entre os profissionais.

O técnico Ricardo Gomes promoveu duas alterações na equipe, por opção técnica, colocando jovens formados no CT de Cotia no ataque da equipe: David Neres e Pedro entraram nos lugares de Robson e Chavez, respectivamente. E foi com a ajuda dos garotos da base que o time logo chegou ao primeiro gol.

Em uma bola no ataque, pelo alto, Pedro subiu mais que o zagueiro e desviou de cabeça, deixando Mena livre. O chileno entrou na área e quando passou para trás, o zagueiro Fabio Ferreira tocou com a mão na bola e o árbitro marcou pênalti. O peruano Cueva cobrou com precisão e deixou o São Paulo em vantagem.

Se Pedro ganhava quase todas pelo alto - e quase deixou sua marca no primeiro tempo em um cruzamento da esquerda, quando Aranha se enrolou com seu companheiro, mas conseguiu se recuperar a tempo e mandar para escanteio -, David Neres dava trabalho pelo lado direito do ataque, em um duelo particular com Reinaldo, da Ponte Preta.

Além da dupla de atacantes, o São Paulo ainda tinha outros três jogadores formados em Cotia: os zagueiros Rodrigo Caio e Lyanco, e o volante João Schmidt. E foi com quase meio time vindo de suas categorias de base que o time suportou a pressão da equipe de Campinas no segundo tempo - Luiz Araújo e Wellington, também da base, entraram no decorrer do jogo.

E quando a Ponte mais pressionava, o São Paulo fez o segundo, com David Neres, que só teve o trabalho de empurrar para o gol vazio no rebote do chute de Thiago Mendes que bateu na trave.

Como vinha de vitória no Campeonato Brasileiro, o São Paulo já não sentia a pressão de estar tão próximo da zona de rebaixamento e os jogadores pareciam ter mais confiança. Claro que o time ainda abusou dos erros de passes, mas mostrou-se atento durante os 90 minutos para ganhar mais três pontos na competição. Com a ajuda dos meninos de Cotia.

A vitória levou o São Paulo aos 42 pontos, em 11º lugar no Brasileirão, logo atrás da Ponte Preta, que soma 45. O próximo compromisso do time será em 31 de outubro, diante do América Mineiro, no Independência. Já a Ponte voltará a jogar na próxima quinta-feira, quando visitará o Sport, na Ilha do Retiro.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2 x 0 PONTE PRETA

SÃO PAULO - Denis; Wesley, Lyanco, Rodrigo Caio e Mena; João Schmidt, Thiago Mendes e Cueva; David Neres (Wellington), Pedro (Chavez) e Kelvin (Luiz Araújo). Técnico: Ricardo Gomes.

PONTE PRETA - Aranha; Nino Paraíba, Antonio Carlos, Fábio Ferreira e Reinaldo; João Vítor, Wendel (Thiago Galhardo), Rhayner, Maycon e Clayson (Felipe Azevedo); Roger (William Pottker). Técnico: Eduardo Baptista.

GOLS - Cueva, aos 11 minutos do primeiro tempo; David Neres, aos 36 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO - Marcelo de Lima Henrique (PE).

CARTÃO AMARELO - Roger (Ponte Preta).

RENDA - R$ 600.541.

PÚBLICO - 49.673 pagantes.

LOCAL - Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP).

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Direção da Ponte Preta confirma renovação de contrato do técnico Eduardo Baptista

Eduardo Baptista fica no comando da Ponte Preta até o final de 2017




Divulgação/Ponte Preta


Um dia após a frustração pela eliminação da Ponte Preta nas oitavas de final da Copa do Brasil, após empate por 2 a 2 com o Atlético, a diretoria deu um claro sinal de que vai seguir adiante. Ela confirmou nesta quinta-feira que renovou o contrato do técnico Eduardo Baptista até o final de 2017 e planeja dar novos passos para a melhoria do time nas competições que participará na próxima temporada.

O curioso é que o acordo já aconteceu há um mês, bem antes do técnico ser pretendido por alguns grandes clubes como o Grêmio e o Corinthians. As bases do acordo não foram reveladas, mas existe inclusive uma multa bilateral caso o acordo seja rompido por uma das partes.

"Esta é a garantia de que as duas partes estão convictas no projeto elaborado pelo clube", atestou o vice-presidente Giovanni Dimarzio. Do outro lado, Eduardo Baptista confessou que "tenho tudo bem definido na minha cabeça e sei da importância deste trabalho aqui na Ponte Preta, como também sei que posso ajudar o time ir mais além, dando passos importantes no futebol".

Eduardo Baptista, de 44 anos, desmentiu que tenha sido procurado pelo Corinthians logo após a demissão de Cristóvão Borges. "Ninguém falou comigo, mas estou determinado a cumprir meu contrato até o final".

Na verdade, o departamento de futebol já está desde o início de setembro traçando planos para 2017, quando o time vai disputar o Campeonato Paulista, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro. O objetivo agora é terminar bem a participação no Brasileirão, buscando melhores posições. No momento, a Ponte Preta tem 39 pontos em nono lugar.

Para isso, a comissão técnica acha importante rapidamente superar o dissabor gerado pela eliminação nas oitavas de final da Copa do Brasil diante do Atlético Mineiro com dois empates: 1 a 1, em Belo Horizonte, e 2 a 2, em Campinas (SP). O time não perdeu na competição, com quatro empates e quatro vitórias. Eliminou Caldense-MG, Genus-RO e Figueirense antes dos empates com o Atlético.

"Nós deixamos a competição por termos cruzado com um time forte, que brigou muito para nos eliminar. Mas não perdemos deles. Vamos assimilar mais esta lição e amadurecer. Nosso elenco é jovem e nosso trabalho só tem cinco meses. Tenho certeza de que vamos evoluir muito", afirmou Eduardo Baptista.

Neste domingo, às 11 horas, o time paulista enfrenta o Atlético Paranaense, na Arena da Baixada, em Curitiba, pela 27.ª rodada. O meia Thiago Galhardo que sofreu uma entorse no tornozelo esquerdo, na última quarta-feira, apresentou melhorara e não deve ser baixa. Existe também a possibilidade do retorno do meia Rhayner, poupado do jogo por estar vindo de uma lesão no joelho direito.

Além disso, o volante Wendel e os atacantes William Pottker e Zé Roberto voltam a ser opções. Eles não poderiam jogar na Copa do Brasil porque tinham defendido outros clubes.

Análise: Ponte Preta cai de produção após mudanças e perde vaga na mão

Depois de um primeiro tempo praticamente irretocável, Macaca sente falta de opções no banco, renasce o Galo em erro de Clayson e frustra torcida com vacilo no final





A Ponte Preta teve tudo para sair do Majestoso na noite da última quarta-feira classificada às quartas de final da Copa do Brasil. Teve o apoio de mais de 8,5 mil torcedores, teve superioridade a maior parte do tempo contra o Atlético-MG para fazer 2 a 0 e ampliar a vantagem - construída com o empate por 1 a 1 na ida, em Belo Horizonte. Teve a vaga na mão. Só não teve atenção na reta final para segurá-la: perdeu força com as saídas de Galhardo e Felipe Azevedo, deu chance ao Galo renascer em erro de Clayson e sofreu o duro golpe da eliminação quando Robinho marcou aos 40 minutos do segundo tempo. 
A Macaca fez um primeiro tempo praticamente irretocável. Com Felipe Azevedo e Galhardo entre os titulares, mesmo longe das condições físicas ideais, foi absoluta em campo. Sem querer saber de administrar, já saiu logo de cara abrindo o placar, com Roger, aos 12 minutos, em contra-ataque fulminante. Após roubada de bola de Clayson no meio, Maycon achou o atacante, que invadiu a área e tocou na saída de Victor. A atmosfera estava toda favorável. Talvez tenha faltado à Ponte aproveitá-la melhor. Roger teve chance de ampliar logo na sequência, e a Ponte pecou pelo menos três vezes no último passe, quando era para alguém sair na cara do gol. Não foram poucos os lances em que o time acelerava, e Eduardo, à beira do campo, pedia calma. 
Ponte Preta x Atlético-MG Copa do Brasil (Foto: Fabio Leoni / PontePress)Ponte foi absoluta no primeiro tempo e saiu na frente com gol de Roger (Foto: Fabio Leoni / PontePress)
Se a Ponte criou oportunidades, o mérito foi do sistema de marcação. O Galo foi praticamente inofensivo. Na direita, Nino Paraíba anulava Robinho, enquanto que Pratto não conseguia escapar da perseguição de Fábio Ferreira e Antônio Carlos. É bem verdade que a Macaca não manteve a intensidade o tempo todo, o ritmo caiu um pouco nos minutos finais, e os mineiros ganharam um pouco de terreno. Aí apareceu Aranha para salvar em cobrança de falta no último lance e garantir um intervalo tranquilo aos campineiros. 
O segundo tempo começou ainda melhor. O último passe que faltou na etapa inicial apareceu aos dois minutos, com um lançamento preciso de Galhardo para Felipe Azevedo acertar uma bomba e fazer um golaço. O jogo estava sob controle da Macaca, e o Galo não esboçava reação. O cenário começou a mudar quando Eduardo Baptista, por necessidades físicas, precisou começar a mexer na equipe. 
Com Azevedo e Galhardo sem condições de aguentar os 90 minutos, o técnico sentiu falta de opções no banco. Eram cinco desfalques consideráveis: Grolli (suspenso), Wendel, Pottker e Zé Roberto (questões burocráticas) e Rhayner (departamento médico). Primeiro, Galhardo sentiu dores aos dez minutos, e Eduardo recorreu a Elton, mas perdeu a capacidade do meia de segurar a bola. Depois, foi a vez de Azevedo sair. A escolha do comandante pontepretano foi colocar Jeferson em campo e adiantar Nino Paraíba para a segunda linha - assim como havia feito na reta final em Chapecó.

Após as trocas, a Ponte caiu de produção. Ainda assim, tinha o domínio da partida. Até Clayson vacilar na intermediária e perder a bola que ocasionou no gol de Pratto, com a defesa desarrumada. O Galo renasceu com o gol, aos 29 minutos, e a Ponte sentiu o baque. Eduardo ainda teve que fazer mais uma mudança forçada depois de Nino Paraíba sentir - Wellington Paulista entrou. Clayson teve a chance de se redimir, mas mandou para fora um cruzamento de Wellington Paulista, piorando seu saldo no jogo. 


Já sem tanto volume ofensivo, o jeito era segurar a vitória. Enquanto isso, o Atlético-MG, com talentos individuais de sobra em campo e no banco, cresceu com as entradas de Cazares e Dátolo e foi para cima. Aranha salvou na primeira, em chute de Júnior Urso, mas nada pôde fazer quando espalmou escanteio de Dátolo, Robinho dominou sozinho dentro da área e estufou as redes. Estava feito o estrago: dois vacilos ofuscaram uma atuação que, eliminação à parte, foi mais uma vez de igual para igual contra uma das potências do futebol brasileiro. 
Resta saber como o elenco vai digerir a eliminação. A expectativa era grande, tanto do grupo, como da torcida. A decepção foi na mesma proporção. A primeira resposta do time será dada domingo, contra o Atlético-PR, às 11h, em Curitiba. O alento é que o desempenho deixa um horizonte positivo. Por mais que o resultado final induza a pensar o contrário. 
Ponte Preta x Atlético-MG Copa do Brasil (Foto: Fabio Leoni / PontePress)Clayson vacilou no lance do primeiro gol do Galo, e Ponte sentiu o golpe (Foto: Fabio Leoni / PontePress)